22 março, 2007

Via Sacra - Décima Terceira Estação


Jesus morre na Cruz

Evangelho segundo São Lucas 23, 44-46
Por volta da hora sexta, as trevas cobriram toda a terra, até à hora nona, por o sol se haver eclipsado. O véu do Templo rasgou-se ao meio, e Jesus exclamou, dando um grande grito: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito". Dito isto, expirou.



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  • 21 março, 2007

    Via Sacra - Décima Segunda Estação


    Jesus na Cruz, a Mãe e o Discípulo

    Evangelho segundo São João 19, 25-27

    Junto da cruz de Jesus, estavam sua mãe,a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas e Maria de Magdala.Ao ver sua mãe e, junto dela, o discípulo que Ele amava,Jesus disse a sua mãe: "Mulher, eis aí o teu filho".Depois disse ao discípulo: "Eis aí a tua mãe".E, desde aquela hora, o discípulo recebeu-A em sua casa.

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  • 20 março, 2007

    Via Sacra - Décima Primeira Estação


    Jesus promete o seu Reino ao bom ladrão


    Evangelho segundo São Lucas 23, 33-34.39-43

    Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, crucificaram-n'O a Ele e aos malfeitores, um à direita e outro à esquerda. Jesus dizia: "Perdoa-lhes, ó Pai, porque não sabem o que fazem".(...)Um dos malfeitores, que tinham sido crucificados, insultava-O, dizendo: "Não és Tu o Messias? Salva-Te a Ti mesmo e a nós também". Mas o outro, tomando a palavra, repreendeu-o: "Nem sequer temes a Deus, tu que sofres o mesmo suplício? Quanto a nós, fez-se justiça pois recebemos o castigo que as nossas acções mereciam, mas Ele nada praticou de condenável". E acrescentou: "Jesus, lembra-Te de mim quando estiveres no teu reino". Ele respondeu-lhe: "Em verdade te digo: Hoje estarás Comigo no Paraíso".

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  • 19 março, 2007

    Dia de S. José - Dia do Pai



    Oração a S. José

    Glorioso S. José, que tiveste o ofício de educar a Humanidade do Filho de Deus, abençoa os Pais para que saibam educar os seus filhos, cumprindo a grande missão da paternidade.

    S. José, primeiro trabalhador cristão, ajuda-nos a santificar o nosso trabalho, fazendo-o como tu, com perfeição humana e por amor a Deus e aos nossos irmãos, os homens.

    S. José, Mestre da vida interior que, mais e melhor do que ninguém, conviveste com Jesus e com Maria, concede-nos a graça de conviver com Eles cada dia com maior intimidade.

    16 março, 2007

    Via Sacra - Décima Estação


    Jesus é crucificado


    Evangelho segundo São Lucas 23, 33.47b


    Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, crucificaram-n'O a Ele e aos malfeitores, um à direita e outro à esquerda.(...) O centurião deu glória a Deus, dizendo: "Verdadeiramente, este homem era justo!"

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  • 15 março, 2007

    Via Sacra - Nona Estação


    Jesus encontra as mulheres de Jerusalém


    Evangelho segundo São Lucas 23, 27-31


    Seguiam-n'O uma grande massa de povo e umas mulheres que se lamentavam e choravam por Ele. Jesus voltou-Se para elas e disse-lhes: "Filhas de Jerusalém, não choreis por Mim, chorai antes por vós mesmas e pelos vossos filhos, pois virão dias em que se dirá: 'Felizes as estéreis, os ventres que não geraram e os peitos que não amamentaram'. Hão-de então dizer aos montes: 'Caí sobre nós!', e às colinas: 'Cobri-nos'. Porque se tratam assim a madeira verde, o que acontecerá à seca?"

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  • 14 março, 2007

    Via Sacra - Oitava Estação


    Jesus é ajudado pelo Cireneu a levar a Cruz


    Evangelho segundo São Lucas 23, 26


    Quando O iam conduzindo,lançaram mão de um certo Simão de Cirene, que voltava do campo,e carregaram-no com a cruz, para a levar atrás de Jesus.



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  • 13 março, 2007

    Via Sacra - Sétima Estação


    Jesus é carregado com a Cruz


    Evangelho segundo São Marcos 15, 20


    Depois de O terem escarnecido, tiraram-Lhe o manto de púrpurae vestiram-Lhe as suas roupas. Levaram-n'O, então, para fora para O crucificarem.

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  • 12 março, 2007

    Via Sacra - Sexta Estação


    Jesus é flagelado e coroado de espinhos



    Evangelhos segundo São Lucas e São JoãoLc 22, 63-65; Jo 19, 2-3


    Entretanto os que guardavam Jesustroçavam d'Ele e maltratavam-n'O.Cobriam-Lhe o rosto e perguntavam-Lhe: "Adivinha! Quem Te bateu?"E muitos outros insultos proferiram contra Ele.
    E os soldados, depois de tecerem uma coroa com espinhos,puseram-Lha na cabeçae envolveram-n'O com um manto de púrpura.Depois avançavam para Ele e diziam:"Salve, ó Rei dos Judeus"!



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  • 09 março, 2007

    Via Sacra - Quinta Estação

    Jesus é julgado por Pilatos

    Evangelho segundo São Lucas 23, 13-25

    Pilatos convocou os príncipes dos sacerdotes, os chefes e o povo, e disse-lhes: "Trouxestes este Homem à minha presença como andando a revoltar o povo. Interroguei-O diante de vós e não encontrei n'Ele nenhum dos crimes de que O acusais. Herodes tão-pouco, visto que no-Lo mandou de novo. Como vedes, Ele nada praticou que mereça a morte. Vou, portanto, libertá-Lo, depois de O castigar".(...) E todos se puseram a gritar: "Dá morte a esse e solta-nos Barrabás!" Este último foi metido na prisãopor causa de uma insurreição desencadeada na cidade e por um homicídio. De novo Pilatos lhes dirigiu a palavra, querendo libertar Jesus. Mas eles gritavam: "Crucifica-O! Crucifica-O!" Pilatos disse-lhes pela terceira vez:"Que mal fez ele então? Nada encontrei n'Ele que mereça a morte. Libertá-Lo-ei, portanto, depois de O castigar". Mas eles insistiam em altos brados, pedindo que fosse crucificado, e os seus clamores aumentavam de violência. Pilatos, então, decretou que se fizesse o que eles pediam. Libertou o que fora preso por sedição e homicídio como eles reclamavam, e entregou-lhes Jesus para o que eles queriam.

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  • 08 março, 2007

    Via Sacra - Quarta Estação


    Jesus é renegado por Pedro


    Evangelho segundo São Lucas 22, 54b-62


    Pedro seguia Jesus de longe. Como tivessem acendido uma fogueira no meio do pátio e se tivessem sentado, Pedro sentou-se no meio deles. Ora, uma criada, ao vê-lo sentado ao lume, fitando-o, disse: "Este também estava com Ele". Mas Pedro negou-o, dizendo: "Não O conheço, mulher". Pouco depois, disse outro, ao vê-lo: "Tu também és dos tais". Mas Pedro disse: "Homem, não sou". Cerca de uma hora mais tarde, um outro asseverou com insistência: "Com certeza este também estava com Ele, pois até é galileu". Pedro respondeu: "Homem, não sei o que dizes". E, no mesmo instante, estando ele ainda a falar, cantou um galo. Voltando-Se, o Senhor fixou os olhos em Pedro, e Pedro recordou-se da palavra do Senhor, quando lhe disse: "Antes de o galo cantar, negar-Me-ás três vezes". E, vindo para fora, chorou amargamente.


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  • 07 março, 2007

    Via Sacra - Terceira Estação


    Jesus é condenado pelo Sinédrio


    Evangelho segundo São Lucas 22, 66-71

    Quando se fez dia, reuniu-se o Conselho dos anciãos do povo, príncipes dos sacerdotes e escribas, os quais O levaram ao seu tribunal. Disseram-Lhe: "Declara-nos se Tu és o Messias". Ele respondeu-lhes: "Se vo-lo disser, não Me acreditareis e, se vos perguntar, não respondereis. Mas o Filho do Homem sentar-Se-á, doravante, à direita do poder de Deus". Disseram todos:"Tu és, então, o Filho de Deus? "Ele respondeu-lhes: "Vós o dizeis, Eu sou". Então, exclamaram: "Que necessidade temos já de testemunhas? Nós próprios o ouvimos da sua boca".



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  • 06 março, 2007

    Via Sacra - Segunda Estação


    Jesus, atraiçoado por Judas, é preso


    Evangelho segundo São Lucas 22, 47-48


    Ainda Jesus estava a falar quando surgiu uma multidão de gente,precedendo-os um dos doze, chamado Judas,que caminhava à frente, e aproximou-se de Jesus para O beijar.Jesus disse-lhe: "Judas, é com um beijo que entregas o Filho do Homem?"

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  • 05 março, 2007

    Via Sacra - Primeira Estação

    Jesus no Horto das Oliveiras
    Evangelho segundo São Lucas 22, 39-46

    Jesus saiu, então, e foi, como de costume, para o monte das Oliveiras.E os discípulos seguiram também com Ele.Quando chegou ao local, disse-lhes: "Orai para que não entreis em tentação".Depois afastou-Se bruscamente delesaté à distância de um tiro de pedra, aproximadamente,e, posto de joelhos, começou a orar dizendo:"Pai, se quiseres, afasta de Mim este cálice,não se faça, contudo, a minha vontade mas a tua".Então vindo do Céu, apareceu-Lhe um anjo que O confortava.Cheio de angústia, pôs-se a orar mais instantementee o suor tornou-se-Lhe como grossas gotas de sangue, que caíam na terra.Depois de ter orado, levantou-Se e foi ter com os discípulosencontrando-os a dormir devido à tristeza. Disse-lhes:"Porque dormis? Levantai-vos e orai, para que não entreis em tentação".



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  • 01 março, 2007

    Quaresma

    Monte Tabor



    Dizem-me que Jesus veio ao deserto para rezar,
    para enfrentar conflitos fortes,
    para ir mais longe na compreensão,
    da sua identidade,
    da sua missão,
    para encontrar a presença de Deus.

    Estes são os dias fortes.
    Os dias do treino e da luta.
    da mochila leve e do passo rápido.

    Tempo de caminhar e discernir,
    de conversão e decisão.
    Tempo das tentações e da graça
    no deserto e no silêncio.

    É o tempo dos projectos de vida,
    das decisões e das rupturas
    e, às vezes da transfiguração.

    É o tempo da humanidade ferida
    que anseia por terra prometida.
    São os dias das tentações,
    dos tabores e das conversões,
    da cegueira curada e da água viva.
    Tanto em apenas quarenta dias!

    Este é o tempo das pessoas novas,
    daquelas que cortaram as amarras
    de ídolos falsos e vaidades ocas.
    Daqueles que se deixam guiar apenas
    pelo desejo grande
    de caminhar até ao abraço
    de um Pai misericordioso.

    (Revista Catequistas nº26)

    24 fevereiro, 2007

    O Deserto



    O deserto. Lugar de escuta, de confronto… de renascimento. Aí, pasmados diante do silêncio, deixamos que a Palavra fale mais alto e nos convide à contemplação.
    Silêncio… não para estar simplesmente calado, mas para escutar Deus que fala.

    O barulho da cidade não nos deixa escutar a Palavra que Deus tem para nós.
    Silenciar para ouvir, contemplar, sentir, partilhar, viver…, pensar em silêncio e ver o silêncio como um espaço de ternura de dadiva.
    Saber que há tempo para falar e tempo para calar.



    «Tudo tem o seu tempo.
    Para tudo há um momento
    e um tempo para cada coisa
    que se deseja debaixo do céu:
    tempo para nascer
    e tempo para morrer,
    tempo para plantar
    e tempo para arrancar
    o que se plantou,
    tempo para matar
    e tempo para curar,
    tempo para destruir
    e tempo para edificar,
    tempo para chorar
    e tempo para rir,
    tempo para se lamentar
    e tempo para dançar,
    tempo para atirar pedras
    e tempo para as ajuntar,
    tempo para abraçar
    e tempo para evitar o abraço,
    tempo para procurar
    e tempo para perder,
    tempo para guardar
    e tempo para atirar fora,
    tempo para rasgar
    e tempo para coser,
    tempo para calar
    e tempo para falar,
    tempo para amar
    e tempo para odiar,
    tempo para guerra
    e tempo para paz.»


    (Ecl 3,1-8)

    20 fevereiro, 2007

    Renascer



    Há momentos onde o cansaço excede
    a esperança de estar em paz.

    Há momentos onde a tristeza alcança
    a doce alegria que nos acompanha.

    Há momentos onde somos obrigados a dar limites,
    quando na realidade gostaríamos de seguir livre
    pelos caminhos que escolhemos.

    Há momentos onde falar mais alto
    parece ser mais importante que calarmos
    na doçura do silêncio e da compreensão.

    A paz não é vazia,
    anterior a ela existe um longo aprendizado,
    por isto a necessidade de tantos momentos vividos...


    Dá alívio saber nada é para sempre.
    Dá alegria saber que tudo é possível de mudanças.

    Dá tranquilidade saber que podemos aprender
    e reaprender,lapidando dia a dia a pedra bruta
    que oculta o diamante que trazemos dentro de nós .

    Renascer a cada momento,
    eis a fonte de onde brota o conhecimento tão necessário
    para que possamos seguir cada vez mais confiantes e serenos...


    (Autor desconhecido)

    16 fevereiro, 2007

    Dá-lhes só o teu coração



    Não permitas que alguém
    se aproxime de ti
    e não parta melhor e mais contente.

    Que a bondade de Deus
    brilhe no teu rosto e nos teus olhos,
    no teu sorriso,
    na tua saudação.

    Às crianças, aos pobres,
    a todos os que sofrem
    no corpo ou no espírito,
    oferece sempre um gomo de alegria.

    Não lhes dês os teus cuidados:
    dá-lhes só o teu coração.


    Madre Teresa de Calcutá

    14 fevereiro, 2007

    Aprender a repartir



    Bom Pai,
    Pai de todos,
    Deus da Vida.

    Ofereceste-nos a criação
    para que possamos viver
    com dignidade
    e sem sobressaltos.

    Deste-nos tudo para todos
    para que aprendamos
    o dom de partilhar,
    à Tua imagem e semelhança
    que até nos deste o teu Filho.

    Custa-nos repartir, Senhor
    gostamos de ter sempre mais
    e fechamos o coração

    O que nos sobra a outro falta,
    Porque guardamos
    o que pertence ao outro.

    Perdoa-nos Senhor
    e ensina-nos a partilhar,
    para chegar a todos.

    adap. Marcelo A.Murúa

    13 fevereiro, 2007

    Síntese da felicidade...


    Síntese da felicidade... (Carlos Drumond de Andrade)


    Desejo a você...
    Fruto do mato
    Cheiro de jardim
    Namoro no portão
    Domingo sem chuva
    Segunda sem mau humor
    Sábado com seu amor
    Filme do Carlitos
    Chope com amigos
    Crônica de Rubem Braga
    Viver sem inimigos
    Filme antigo na TV
    Ter uma pessoa especial
    E que ela goste de você
    Música de Tom com letra de Chico
    Frango caipira em pensão do interior
    Ouvir uma palavra amável
    Ter uma surpresa agradável
    Ver a Banda passar
    Noite de lua Cheia
    Rever uma velha amizade
    Ter fé em Deus
    Não Ter que ouvir a palavra não
    Nem nunca, nem jamais e adeus.
    Rir como criança
    Ouvir canto de passarinho
    Sarar de resfriado
    Escrever um poema de Amor
    Que nunca será rasgado
    Formar um par ideal
    Tomar banho de cachoeira
    Pegar um bronzeado legal
    Aprender um nova canção
    Esperar alguém na estação
    Queijo com goiabada
    Pôr-do-Sol na roça
    Uma festa
    Um violão
    Uma seresta
    Recordar um amor antigo
    Ter um ombro sempre amigo
    Bater palmas de alegria
    Uma tarde amena
    Calçar um velho chinelo
    Sentar numa velha poltrona
    Tocar violão para alguém
    Ouvir a chuva no telhado
    Vinho branco
    Bolero de Ravel
    E muito carinho meu.