
...
A resistência do teu Jesus aos sofrimentos
a sua mansidão perante a dureza da injustiça
ensinam-nos o caminho
do abandono à tua vontade,
ó Deus forte.
Como hei-de, hoje, aguentar a violência da vida
patente nas vítimas do poder económico,
da intriga política, do ódio racial,
do fanatismo religioso,
dos desequilíbrios afectivos?
Como hei-de opor-lhe a violência
de um amor pacífico e sereno,
se tu não me sustentas?
A força vitoriosa do amor, patente na cruz,
me faça determinado lutador pelo bem,
resistente a todas as traições.
(ao Deus de todas as manhãs-Carlos A.Moreira Azevedo)
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